NR.18 - PCMAT - Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho.

Elaboração do PCMAT de acordo diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e organização, que objetivam a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na indústria da construção.

NR.18 - Integração na obra e treinamento periódico

Este treinamento tem por objetivo capacitar e qualificar trabalhadores da Construção Civil, promover a atualização dos critérios de Segurança do Trabalho em obras e treinamento admissional e periódico conforme parâmetros da NR18

8 Dicas para se proteger do estresse térmico na construção civil.

Foi dada a largada da estação mais esperada do ano, o verão! Para quem trabalha dentro de um ambiente com ar condicionado, não precisa se preocupar com os efeitos do calor, mas para quem trabalha ao ar livre como na construção civil, já se torna algo difícil de lidar. Confira as 12 dicas para você se proteger este verão do estresse térmico devido aos efeitos do calor!

A sobrecarga térmica ou estresse térmico em quem trabalha nos canteiros de obras pode trazer alguns efeitos tanto que desconfortáveis, não só fisicamente, mas como também psicologicamente. Este problema muitas vezes atrapalha não só o serviço,  mas afeta a saúde e bem estar do profissional, que esta regularmente realizando atividades laborais que exigem força, foco e resistência.

Dicas para evitar o estresse térmico neste verão!

1. Hidrate-se

Procure ter uma garrafa de água (de preferência de vidro) sempre por perto, em um local fresco e arejado para que esteja em uma temperatura ideal para se beber. A dica também é evitar refrigerante e energéticos, justo porque para estas atividades que demandam esforço no calor é necessária a reposição de sódio.

2. Tenha uma alimentação adequada

Evite alimentos com alto índice de gordura, como fast-foods, salgadinhos e frituras. Procure ter uma alimentação mais leve durante os períodos de maior calor do dia, assim você irá evitar o desconforto.

3. Deixe o trabalho mais pesado para o período da manhã

Aproveite o período da manhã para realizar as tarefas mais pesadas e deixe as mais leves para o período onde o sol estará mais forte.

4. Vista-se de forma leve

Largue os uniformes pesados do inverno e adote vestimentas mais leves para o verão, assim você garante mais circulação de ar e acaba sofrendo menos com o calor, vale também proteger sua cabeça contra os efeitos do calor.

5. Proteja-se dos raios UVA e UVB

Nesta época é muito importante usar um protetor solar de boa qualidade com proteção UVA e UVB para proteger a pele de possíveis insolações.

6. Faça pausas

Existe uma legislação que determina pausas ligadas aos tipos de atividades realizadas (leve, moderada, pesada) no ambiente da construção civil, saiba usar elas nos momentos de calor mais intensos do dia, além disso, o rodízio dos trabalhadores nas atividades também é aconselhável.

7. Promova a ventilação do ambiente

Quando puder promova a ventilação do ar com ventiladores em ambientes com temperaturas inferiores a 29ºC e controle a umidade relativa ao ar.

8. Procure ter um bom condicionamento físico

Um bom condicionamento físico influência diretamente na resistência ao calor, por isso, em seu tempo livre procure realizar atividades físicas ou caminhadas.

Normas legais referentes ao estresse térmico

Existem algumas normas vigentes que determinam condições para trabalhos em ambientes expostos ao calor, são essas:

  • NR-17 Ergonomia;
  • NR-21 Trabalhos a céu aberto;
  • Norma ISO 7730: Medição do conforto térmico PMV2 e PPD3;
  • Norma ISO 7243: Indicador para avaliação da sobrecarga térmica WBGT.

 

Existem parâmetros estabelecidos na NR-17 no que diz respeito a luminosidade no ambiente de trabalho. Por isso, hoje vamos explicar melhor quais são eles e de que forma o não cumprimento pode afetar a saúde e o bem-estar dos colaboradores.

A luminosidade no ambiente de trabalho parece ser um fator primário, mas ainda sim são estabelecidos parâmetros na NR-17 que determinam a quantidade mínima de iluminação para diversas atividades.

Muitos podem não saber que a iluminação é um fator muito importante, pois ela também é responsável pela garantia da qualidade dos serviços/produtos, pela produtividade da equipe, mas principalmente para evitar acidentes de trabalho.

Assim como a acústica do ambiente, uma iluminação inadequada pode até prejudicar a saúde física e também psicológica do colaborador.

O que a NR-17 fala sobre a luminosidade no ambiente de trabalho

Item 17.5.3 – Em todos os locais de trabalho deve haver iluminação adequada, natural ou artificial, geral ou suplementar, apropriada à natureza da atividade.

Item 17.5.3.1 – A iluminação geral deve ser uniformemente distribuída e difusa.

Item 17.5.3.2 -A iluminação geral ou suplementar deve ser projetada e instalada de forma a evitar ofuscamento, reflexos incômodos, sombras e contrastes excessivos.

Item 17.5.3.3 – Os níveis mínimos de iluminamento a serem observados nos locais de trabalho são os valores de iluminâncias estabelecidos na NBR 5413, norma brasileira registrada no INMETRO

Item 17.5.3.4 – A medição dos níveis de iluminamento previstos no subitem 17.5.3.3 deve ser feita no campo de trabalho onde se realiza a tarefa visual, utilizando-se de luxímetro com fotocélula corrigida para a sensibilidade do olho humano e em função do ângulo de incidência.

Item 17.5.3.5 – Quando não puder ser definido o campo de trabalho previsto no subitem 17.5.3.4, este será um plano horizontal a 0,75m (setenta e cinco centímetros) do piso.

Como medir a luminosidade no ambiente de trabalho?

Para medir a luminosidade é utilizado um aparelho chamado luxímetro, ele pode ser um instrumento digital portátil utilizado para facilitar as auditorias e fiscalizações. A medição é realizada através de um sensor que é capaz de analisar a intensidade da luz.

A NBR 5413 – Norma sobre iluminação em locais de trabalho

Segundo a ABE “A NBR ISO 8995-1 é direcionada para ambientes de trabalho internos, e todas as novas obras e reformas devem estar adequadas à determinação. A nova norma substitui a ABNT NBR 5413 (Iluminância de interiores), com última revisão em 1992, e a ABNT NBR 5382 (Iluminação de ambientes de trabalho), que havia sido inicialmente publicada em 1977 e que se encontrava sem atualização há 28 anos.

Todas as empresas que contratem funcionários via CLT, devem elaborar o PCMSO – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional, mantê-lo atualizado, com a realização das avaliações periódicas previstas no mesmo, associadas aos riscos aos quais seus colaboradores estão expostos no exercício de suas atribuições, realizando periodicamente o ASO – Atestado de Saúde Ocupacional, admissional ( anualmente ), mudança de função, retorno ao trabalho ou demissional.

Não cumprimento: Infração com valores entre R$ 345,00 e R$ 3.450,00 por colaborador.

Curso NR35NR35 – Treinamento de Trabalho em Altura

A NR-35 é a norma regulamentadora do Ministério do Trabalho que estabelece as medidas de proteção para o trabalho em altura. O trabalho em altura é todo aquele executado a 2 metros do chão e que há risco de queda. Neste curso você saberá mais sobre esta norma. Aprenderá quais são as medidas de segurança que devem ser tomadas e como organizar e executar este tipo de trabalho. Você verá quais as medidas de prevenção e segurança que precisam ser tomadas para a execução de trabalho em altura, bem como os EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual) que devem ser utilizados. Aprenderá como é feito o trabalho em andaimes e as técnicas de resgate em caso de acidente.Este curso tem como objetivo levar ao conhecimento do aluno a NR-35, que é a norma que regulamenta o trabalho em altura. Você aprenderá sobre prevenção de acidentes, trabalho em altura utilizando andaimes e cordas, além das medidas e equipamentos de segurança que precisam ser utilizados. No curso você aprenderá a organizar e executar trabalhos em altura.

Segundo ao subitem 35.1.2 da norma regulamentadora nº 35, considera o trabalho em altura toda atividade executada acima de 2,00 m (dois metros) do nível inferior, onde haja risco de queda.

De acordo ao subitem 35.3.1 da norma regulamentadora nº 35, estabelece que:

“35.3.1 O empregador deve promover programa para capacitação dos trabalhadores à realização de trabalho em altura.”

Considera-se o trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido e aprovado em treinamento, teórico e prático, com carga horária mínima de oito horas, cujo conteúdo programático deve, no mínimo, os seguintes temas:

a) Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura;
b) Análise de Risco e condições impeditivas;
c) Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle;
d) Sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva;
e) Equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura: seleção, inspeção, conservação e limitação de uso;
f) Acidentes típicos em trabalhos em altura;
g) Condutas em situações de emergência, incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros.

O programa de capacitação do trabalhador para trabalhos em altura deve ser estruturado da seguinte forma:

  • Treinamento Inicial – Deverá ser realizado antes dos trabalhadores iniciarem suas atividades em altura;
  • Treinamento Periódico – Deverá ser realizado bienalmente, ou seja, a cada dois anos. O treinamento periódico deverá ter carga horária mínima de 8 (oito), conforme conteúdo programático definido pelo empregador;
  • Treinamento Eventual – Deverá ser realizado sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações abaixo:

a) Mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) Evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) Retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) Mudança de empresa.

O treinamento eventual deverá ter a carga horária e o conteúdo programático em atendimento a situação que o motivou.

Quem Deve Ministrar o Curso de NR-35

Conforme o subitem 35.3.6 da norma regulamentadora nº 35, o treinamento de NR-35 deverá ser ministrado por instrutores com comprovada proficiência no assunto, sob a responsabilidade de profissional qualificado em segurança no trabalho.

O Ministério do Trabalho e Emprego através da publicação do Manual de auxílio na interpretação e aplicação da norma regulamentadora n.º 35, especifica que:

“A comprovada proficiência no assunto não significa formação em curso específico, mas habilidades, experiência e conhecimentos capazes de ministrar os ensinamentos referentes aos tópicos abordados nos treinamentos, porém o treinamento deve estar sob a responsabilidade de profissional qualificado em segurança no trabalho.”

Portanto, todo trabalhador que realizará trabalhos em altura (toda atividade executada acima de 2,00 m do nível inferior, onde haja risco de queda) deverá realizar o curso de NR-35, de acordo o disposto na norma regulamentadora nº 35.

NOSSOS PROFISSIONAIS SÃO HOMOLOGADOS PELO CORPO DE BOMBEIROS DO RESTADO DE SÃO PAULO PARA MINISTRAR TREINAMENTOS DE QUALIDADE ALÉM DE SER ENGENHEIROS DE SEGURANÇA DO TRABALHO.

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ISO 45001, um dos muitos padrões internacionais para a saúde ocupacional e segurança no trabalho ( OHS ), foi aprovado como um Projeto de Norma Internacional.A cada 15 segundos, um trabalhador morre de um acidente ou doença de trabalho e 153 pessoas experimentam uma lesão relacionada ao trabalho. Estes representam um enorme fardo para as organizações e a sociedade como um todo, custando mais de 2,3 milhões de mortes por ano, para não mencionar os mais de 300 milhões de acidentes não fatais *.

Agora, com a norma ISO 45001 na fase de Projeto de Norma Internacional (DIS), o mundo está a um passo de um conjunto robusto e eficaz de processos para melhorar a segurança no trabalho nas cadeias de fornecimento globais. Projetado para ajudar as organizações de todos os tamanhos e indústrias, espera-se que a futura norma reduza acidentes de trabalho e doenças em todo o mundo.Mais de 70 países estão diretamente envolvidos na criação deste importante documento, que está sendo desenvolvido pelo comitê do projeto ISO / PC 283, saúde ocupacional e sistemas de gestão de segurança, com a British Standards Institution BSI servindo como secretaria da comissão.A SSW SEGURANÇA E 

 

A implementação de um forte sistema de gestão de saúde ocupacional e segurança ajuda as organizações a reduzir os acidentes e problemas de saúde, evitar processos caros, talvez até mesmo reduzir os custos de seguro, bem como criar uma cultura de positividade na organização quando o seu pessoal observar que suas necessidades estão sendo levadas em conta ", explica David Smith, presidente da comissão. "A ampla adoção da ISO 45001 deve reduzir as histórias de horror nos meios de comunicação de má gestão de OHS levando à perda de vidas humanas, ferimentos e de grande escala desastres, como visto nos edifícios da fábrica de todo o mundo".ISO 45001 é baseada nos elementos comuns encontrados em todas as normas de sistemas de gestão da ISO, garantindo um elevado nível de compatibilidade com as novas versões dos Sistemas de Gestão da Qualidade ISO 9001 e Sistemas de gestão ambiental (ISO 14001). Ele usa um modelo simples Plan Do Check Act ( PDCA ), que fornece um quadro para as organizações planejarem o que eles precisam para colocar no lugar a fim de minimizar o risco de danos. As medidas devem abordar as preocupações que podem levar a problemas de saúde a longo prazo e ausência do trabalho, bem como aqueles que dão origem a acidentes.Agora que a ISO 45001 tem avançado para o estágio DIS, organismos nacionais membros da ISO foram convidados a votar e comentar sobre o texto da norma durante o período de votação de três meses. Se o resultado for positivo, o documento modificado pode então ser distribuído aos membros da ISO como Final Draft International Standard ( FDIS ). No caso de um voto afirmativo, é esperado que a ISO 45001 seja publicada como uma norma internacional no segundo trimestre de 2016.

 

NR 11 ou norma regulamentadora nº 11, cujo recebe o título de “transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais” é regulamentada pela portaria n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 do ministério do trabalho e emprego. saiba mais sobre esta norma e suas exigências neste post! 

onde a nr 11 se aplica?   a nr 11 (transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais) estabelece as empresas públicas e privadas, que possuam empregados regidos pela consolidação das leis do trabalho, os mínimos requisitos de segurança para operação de elevadores, guindastes, transportadores industriais e máquinas transportadoras.

Conforme, estabelece o subitem 11.1.3 da norma regulamentadora nº 11, os equipamentos utilizados na movimentação de materiais, tais como ascensores, elevadores de carga, guindastes, monta-carga, pontes-rolantes, talhas, empilhadeiras, guinchos, esteiras-rolantes, transportadores de diferentes tipos, serão calculados e construídos de maneira que ofereçam as necessárias garantias de resistência e segurança e conservados em perfeitas condições de trabalho.

Quanto aos equipamentos da NR 11

Segundo a norma,  os equipamentos devem ser calculados e construídos de maneira que ofereçam as necessárias garantias de resistência e segurança, conservados em perfeitas condições de trabalho, além disso o item 1.2.1 cita que em todo equipamento deve ser indicado, em lugar visível, a sua identificação, carga máxima de trabalho permitida, nome e CNPJ do fabricante e responsável técnico.

O item 1.3 também especifica que a  empresa deve manter registro, em meio físico ou eletrônico, de inspeção periódica e de manutenção dos equipamentos e elementos de sustentação utilizados na movimentação, armazenagem e manuseio de chapas de rochas ornamentais.

Após a inspeção do equipamento ou elemento de sustentação, deve ser emitido “Relatório de Inspeção”, com periodicidade anual, elaborado por profissional legalmente habilitado com ART – Anotação de Responsabilidade Técnica – recolhida, que passa a fazer parte da documentação do equipamento. Lembrando que a norma estabelece que – 1.3.2-  as inspeções rotineiras e manutenções devem ser realizadas por profissional capacitado ou qualificado.

Quanto as responsabilidades da empresa, o item 1.3.3  cita que a empresa deve manter no estabelecimento nota fiscal do equipamento adquirido ou, no caso de fabricação própria, os projetos, laudos, cálculos e as especificações técnicas.

 

 

 

Para as organizações que utilizam atualmente um sistema de gestão

baseado na OHSAS 18001, a adoção da ISO 45001 irá permitir uma

integração mais fácil aos sistemas de gestão existentes, como a ISO

9001 e a ISO 14001 que utilizam o Anexo SL como uma estrutura

padrão de alto nível.

Espera-se também que as organizações que utilizam a OHSAS 18001

vejam a ISO 45001 como uma oportunidade para maior integração da

Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional (GSSO) aos processos

organizacionais gerais.

Steve Williams, Gerente de Sistemas e Governança do LRQA, disse que

“a ISO 45001 está sendo desenvolvida, levando-se em consideração,

ao mesmo tempo, as necessidades complexas e variadas de um mercado

global que utiliza atualmente uma variedade de normas para

gerenciar os riscos da Saúde e Segurança Ocupacional. A nova norma

irá facilitar o alinhamento dos sistemas de gestão das organizações, sem entrar em conflito com quaisquer processos e documentação existentes.”Como a ISO 45001 é uma nova norma, diferente das normas recém-publicadas ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015, não haverá um processo de transição formal para as organizações que pretendem mudar da OHSAS 18001 para a ISO 45001. 

 

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